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A história por trás do parto cesárea: Streptococo B positivo

Continuando minha jornada de vários posts sobre meu parto cesárea, hoje foi falar sobre o que deu o pontapé inicial para desistir do parto normal: o exame de Streptococo B.

Eu nem sabia que existia isto, pra variar, e fui descobrir em minha 33 semana de gestação.

O exame em si é simples, embora incômodo. É feito com a coleta de material retirado da vagina e do ânus, com um cotonete. Demorou sete dias para ficar pronto. Pra gente, não afeta em nada, mas no bebê, pode causar sérios problemas, entre eles, meningite.

Então, eu peguei o exame e mandei para minha médica, qie achou de me ligar em plena seis e meia da manhã, para meu desespero, afinal, já pensei que estivesse entre a vida e morte.

Então ela me falou que eu teria que me internar seis horas antes do parto para tomar um remédio. Foi neste momento...que meu desejo pelo parto normal começou a descer pelo ralo.

Isto porque eu sinceramente, do fundo de meu instinto materno, não teria coragem de arriscar um parto normal, sabendo que poderia passar algo de ruim para minha bebê.

Depois, pesquisando melhor, percebi que o remédio pode ser administrado durante o parto. Mas eu confesso que mesmo assim, não teria coragem. Teria feito a cesárea mesmo, embora não quisesse.

Como instinto de mãe não falha, eu, antes dela pedir este exame, comecei a pensar na cesárea, não como opção, mas como uma possibilidade. Então, orei pedindo a Deus para que, se fosse pra acontecer algo durante o normal, e eu tivesse que fazer cesárea de emergência, que Ele me desse um sinal para que a cesárea fosse marcada antes. E ele respondeu. Meu líquido acabou diminuindo, o que causou a cesárea. Mas aí, eu estava preparada psicologicamente para ela.

Hora do pitaco: Embora seja normal pedir este exame em outros países, aqui, pra variar, não é tão comum. Então, fique atenta e peça para o doutor pedir.

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